O pádel atende à demanda de um mercado que movimenta globalmente € 2 bilhões, de acordo com o Global Pádel Report 2025. Com 600 mil praticantes no Brasil, segundo dados da Confederação Brasileira de Pádel (Cobrapa), crescem investimentos de empresas da construção civil para atender às necessidades dos consumidores. Em Tijucas, localizada em Santa Catarina, região de maior valorização do metro quadrado do país (FipeZap), a modalidade contribui para a atração de moradores e de investimentos, com inclusão da quadra de pádel no bairro-cidade Flores de Sal, que atingiu em torno de 60% da urbanização da primeira fase concluída.
“A inclusão da quadra de pádel reforça a proposta do Flores de Sal de integrar esporte, lazer e convivência ao dia a dia dos moradores. A ideia é oferecer equipamentos que dialoguem com tendências e que, ao mesmo tempo, estejam inseridos em um parque público, acessível e conectado à cidade. O pádel se encaixa nesse conceito por estimular o uso coletivo do espaço, a prática esportiva e a ocupação qualificada das áreas de lazer”, afirma Luciana Pereira, diretora da Urbani Cidades, empresa responsável pelo bairro-cidade Flores de Sal.
Foto de divulgação da quadra
O projeto, um dos maiores do país com 4,6 milhões de m² de área ao todo, visa atrair o perfil de morador que migra de grandes centros em busca de infraestrutura de “wellness” integrada à moradia, sustentabilidade e convivência. A quadra faz parte das atrações do Parque das Flores, com 70 mil m², um lago de 25 mil m², pista de caminhada de 2 km, amplo gramado, áreas para crianças e pet friendly e duas quadras de areia. Para uso das quadras, é necessário agendar pelo telefone (47) 9131-4740. Com acesso gratuito, o parque funciona de domingo a domingo, das 8h até as 22h.
O maior bairro-cidade do Sul do Brasil
Com 4,6 milhões de m² quando concluído, o Flores de Sal, em Tijucas (SC), foi planejado para urbanizar uma área com cerca de 7 mil lotes e população estimada em 25 mil habitantes. A primeira fase concentra 500 mil m², com 623 lotes e previsão de receber cerca de 2 mil moradores, em um modelo majoritariamente horizontal e com gestão urbana estruturada pela iniciativa privada.
A infraestrutura prevista inclui cabeamento subterrâneo nas principais avenidas, sistema viário planejado, pavimentação e a implantação de comércio e serviços em eixos estratégicos do bairro, com áreas destinadas a grandes lojas, supermercados e um polo de gastronomia pensado para atender moradores e visitantes.
No saneamento, o empreendimento prevê estação de tratamento de esgoto (ETE) própria na fase inicial, com tecnologia MBBR, capacidade para tratar até 406 m³ por dia, eficiência que pode chegar a 95% e operação sem geração de odores.
O projeto também prevê uma associação de moradores, que já atua desde antes da entrega, com foco em gestão e manutenção dos espaços comuns, regras de uso, ordenamento urbano e ações de convivência. A proposta foi desenvolvida com consultoria especializada em governança de bairros planejados.

